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Músicas para descobrir em casa – ‘Meu homem’ (Martinho da Vila, 1988) com Beth Carvalho

Capa de 'Alma do Brasil', álbum de Beth Carvalho que inclui a gravação original de 'Meu homem'
Arte de Elifas Andreato
♪ MÚSICAS PARA DESCOBRIR EM CASA – Meu homem (Martinho da Vila, 1988) com Beth Carvalho
♪ Quando Nelson Mandela (18 de julho de 1918 – 5 de dezembro de 2013) foi libertado da prisão, em fevereiro de 1990, o líder político sul-africano percorreu alguns países em que ocorreram atos políticos pela libertação do ativista.
Essa rota incluiu o Brasil em 1991, ano em que Mandela fez questão de encontrar Martinho da Vila, um dos artistas brasileiros que mais se engajaram na luta em favor dos ideais políticos do líder negro da África.
O engajamento de Martinho se estendeu naturalmente à música do artista. Em 1988, o compositor fluminense compôs música como se redigisse carta escrita pela esposa do ativista, Winnie Mandela (26 de setembro de 1936 – 2 de abril de 2018), para o marido.
Música de melodia terna, Meu homem (Carta a Nelson Mandela) foi apresenta..

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Capa de 'Alma do Brasil', álbum de Beth Carvalho que inclui a gravação original de 'Meu homem'
Arte de Elifas Andreato
♪ MÚSICAS PARA DESCOBRIR EM CASA – Meu homem (Martinho da Vila, 1988) com Beth Carvalho
♪ Quando Nelson Mandela (18 de julho de 1918 – 5 de dezembro de 2013) foi libertado da prisão, em fevereiro de 1990, o líder político sul-africano percorreu alguns países em que ocorreram atos políticos pela libertação do ativista.
Essa rota incluiu o Brasil em 1991, ano em que Mandela fez questão de encontrar Martinho da Vila, um dos artistas brasileiros que mais se engajaram na luta em favor dos ideais políticos do líder negro da África.
O engajamento de Martinho se estendeu naturalmente à música do artista. Em 1988, o compositor fluminense compôs música como se redigisse carta escrita pela esposa do ativista, Winnie Mandela (26 de setembro de 1936 – 2 de abril de 2018), para o marido.
Música de melodia terna, Meu homem (Carta a Nelson Mandela) foi apresentada por Beth Carvalho (5 de maio de 1946 – 30 de abril de 2019) – cantora que sempre esteve politicamente alinhada com os ideais da esquerda – no álbum Alma do Brasil (1988) em gravação comovente.
Produzido por Renato Corrêa, o disco marcou a estreia da artista na gravadora Polygram após período áureo vivido na RCA / BMG-Ariola. Ao dar voz a Meu homem, Beth entendeu plenamente o sentido da composição na gravação feita em 18 de julho de 1988, tendo cantado a música com doçura que se transformou em melancolia quando a letra lembrou o apartheid, o regime segregacionista implantado pela África do Sul em 1948 e contra o qual Mandela lutou durante toda a vida.
O arranjo de Leonardo Bruno harmonizou Meu homem com o toque dos teclados de Julinho Teixeira. Merece menção honrosa, na gravação, o coro que encorpou alguns versos da letra nas vozes de Eveline Hecker, Edgard Luiz, Genaro, Jurema de Cândia, Jussara Lourenço, Márcio Lotto, Nei Barbosa, Regina Corrêa, Ronaldo Corrêa e Telma Tavares.
Dois anos após o registro original de Beth Carvalho, o próprio Martinho da Vila regravou Meu homem no álbum Martinho da vida (1990). Foi abordagem de tonalidade mais íntima, feita somente com o toque magistral do violão de sete cordas de Raphael Rabello (1962 – 1995).
Desde então, passados 30 anos, Meu homem nunca mais ganhou registro fonográfico, talvez porque a música – uma das mais bonitas e inusitadas do cancioneiro autoral de Martinho da Vila – tenha ficado datada.
O apartheid foi derrubado em 1994, Mandela morreu em 2013 e Winnie se foi em 2018. Ficou Meu homem, essa carta em forma de música que eterniza a sensibilidade política de Martinho da Vila, compositor que sempre tomou partido da liberdade.
♪ Ficha técnica da Música para descobrir em casa 41 :
Título: Meu homem
Compositor: Martinho da Vila
Intérprete original: Beth Carvalho
Álbum da gravação original: Alma do Brasil
Ano da gravação original: 1988
Regravações que merecem menções: a de Martinho da Vila no álbum Martinho da vida (1990).
♪ Eis a letra da música Meu homem :
“Meu homem
Dormi com saudades suas
E sonhei com a liberdade
Caminhando livremente
Como gente
Sob o sol de Joanesburgo
Sob o sol de Joanesburgo
Sob o sol de Joanesburgo
Meu homem
Passeamos pelo parque
Sem notar que existem brancos
E sem ver que haviam negros
Pelos guetos
São irmãos brancos e pretos
Nos guetos, são irmãos brancos e pretos
Meu homem
No meu sonho, nós dormimos e
Abraçados nos amamos
Doces beijos, ternos mimos
Doces beijos, ternos mimos
Doces beijos, ternos mimos
Fui sozinha pra Namíbia
E de lá fui pra Luanda
Com os artistas do Amandia
Pra cantar rezas num komba
E de lá fui pra kizomba
Lá nas terras de Zumbi
Lá nas terras de Zumbi dos Palmares
Lá nas terras de Zumbi
Lá nas terras de Zumbi dos Palmares
Lá nas terras de Zumbi
Ai…
Aí vi brancos e pretos
Me lembrei do apartheid
E no meio da festança
Sem chorar me entristeci
Ai, meu homem,
Que vontade de chorar
Será quando que meus sonhos, meu homem,
Serão só doces sonhar?
Será quando que meus sonhos, meu homem,
Serão só doces sonhar?
Meu homem
Meu homem…”

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‘Tenho vergonha de termos sido o último país a abolir a escravidão’, diz cineasta brasileiro em Paris

Pernambucano Luís Henrique Leal apresenta curta sobre escravidão na 16ª edição do 'Brésil en Mouvements', festival de cinema documentário brasileiro na França. Pernambucano do Recife, Luís Henrique Leal dirige, ao lado de Caio Zatti, o curta “Galinhas no Porto”. O longa integra a seleção da 16ª edição do “Brésil en Mouvements”, festival de cinema documentário brasileiro que acontece em Paris, organizado pela associação Autres Brésils.
Leal é professor de Fotografia e Tecnologia em Artes Visuais da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Desde 2019, vive na Espanha, onde realiza um doutorado em Comunicação em Audiovisual na Universidade Autônoma de Barcelona.
RFI – “Galinhas no Porto” trata a questão da memória, e de uma memória que nos é muito sensível no Brasil, que é a escravidão, a condição do negro. Ou seria mais correto afirmar que o curta denuncia o desafio de se resgatar essa memória?
Luís Henrique – Existe um desafio para todo mundo que vive em um país como o Bras..

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Pernambucano Luís Henrique Leal apresenta curta sobre escravidão na 16ª edição do 'Brésil en Mouvements', festival de cinema documentário brasileiro na França. Pernambucano do Recife, Luís Henrique Leal dirige, ao lado de Caio Zatti, o curta "Galinhas no Porto". O longa integra a seleção da 16ª edição do "Brésil en Mouvements", festival de cinema documentário brasileiro que acontece em Paris, organizado pela associação Autres Brésils.
Leal é professor de Fotografia e Tecnologia em Artes Visuais da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Desde 2019, vive na Espanha, onde realiza um doutorado em Comunicação em Audiovisual na Universidade Autônoma de Barcelona.
RFI – "Galinhas no Porto" trata a questão da memória, e de uma memória que nos é muito sensível no Brasil, que é a escravidão, a condição do negro. Ou seria mais correto afirmar que o curta denuncia o desafio de se resgatar essa memória?
Luís Henrique – Existe um desafio para todo mundo que vive em um país como o Brasil, para todo mundo que tem alguma responsabilidade com a história, que é de desnaturalizar certas coisas que parecem que estão constituídas como normais. Existe uma dimensão da violência do passado, fantasmas do passado que continuam nos assombrando, feridas abertas desse passado, que estão muito presente ainda. O filme parte de um gesto de rememorar, a partir do que, em alguma medida, são ruínas desse passado, mas também permanece de uma forma muito forte. É um duplo gesto de desnaturalizar e rememorar, pensar como a gente lida criticamente com esse passado, para que a gente possa transformar isso.
A condição da escravidão, do colonialismo no Brasil, mudou de forma, mas a condição em que as populações negras vivem no Brasil ainda é muito perversa.
Oscar muda regras para aumentar diversidade; Semana Pop explica novidades e reações
RFI – O curta já passou pelo PriFilmFest, em Pristina, em Kosovo, antes de ser exibido em Paris. E chega ao festival em um momento em que o movimento antirracista passa por uma fase histórica. Como você vê essa contribuição do filme para o movimento?
Luís Henrique – As sessões de exibição do filme sempre são um espaço de debate, de diálogo, de aprendizado muito grande. O filme é baseado em uma pesquisa histórica, de documentos do passado em relação ao tráfico negreiro, em relação à violência policial, encarceramento da população negra. As sessões nos permitem discutir e perceber o impacto que o filme causa nas pessoas como uma contribuição, como se a cada sessão a gente conseguisse chegar a um lugar novo, que não é do filme propriamente, mas de um movimento que a gente cria em torno desses espaços. Diálogos que são tão importantes para que a gente consiga ganhar corpo e consciência, que são coisas fundamentais.
RFI – A condição do negro é um assunto recorrente na sua produção. O curta "Fotograma", de 2016, por exemplo, também em parceria com Caio Zatti, aborda o tema. Por que essa escolha?
Luís Henrique – Esse é um tema fundamental para todo mundo que vive em um país como o Brasil. Eu, por exemplo, sou professor na Universidade Federal do Recôncavo, que é uma universidade muito negra: 80% dos nossos alunos são negros ou pardos. Eu entro nesse universo um pouco motivado por esse interesse. É muito interessante ver uma juventude que está ganhando consciência da questão racial, passando a ter uma compreensão política sobre isso. Mas ao mesmo tempo, é um assunto que diz respeito a todos os brasileiros.
Eu tenho vergonha que a gente tenha sido, por exemplo, o último país a abolir a escravidão. É uma vergonha para o país que a polícia militar use um brasão da guarda real de 1809, que tinha como função principal capturar negros fugitivos. O papel da polícia era de capitão do mato.
E essas coisas permanecem no presente, quando ainda se tem um extermínio da população negra no país hoje. Só a polícia do Rio de Janeiro, por exemplo, mata mais do que toda a polícia dos Estados Unidos. A gente precisa ter um compromisso ético em transmitir certas ideias e ajudar a criar a discussão para que a gente promova a transformação estrutural nesse país. E lamentavelmente, nos últimos tempos, a gente está retrocedendo.
Em entrevista à BBC em 2018, a historiadora Lilia Schwarcz, autora dos livros 'O Espetáculo das Raças' e 'Racismo no Brasil', afirmou que o país foi o último do Ocidente a abolir a escravidão.
RFI – O filme trata as revoltas de negros escravos em outros países e como estas influenciaram o Brasil. Como você vê o movimento negro hoje no país?
Luís Henrique – Eu vejo com grande alegria [o fato] que este debate tenha ganhado muita força. Quando eu cursei minha graduação, era um momento em que ainda não havia cota racial no Brasil. Logo depois você tem a implementação da lei do sistema de cotas que vai criar uma massa de estudantes negros que vai entrar na universidade. E uma distorção da discussão abordava a questão da meritocracia do estudante negro e tal. Eu sempre defendi que era muito bom para a universidade, porque o Brasil precisa disso, a sociedade precisa disso, ter representatividade.
Você não pode ter uma população quase 50% negra e, no ensino superior, ter um gargalo absurdo. É preciso ampliar a multiplicidade de pessoas, de perspectivas, de pontos de vista, de histórias de vida. É maravilhoso que esse tema venha ganhando força.
As consciências se ampliam à medida que essas coisas ganham as ruas e a gente cria espaços de discussão para isso.
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Edeor de Paula, um homem forte como o sertanejo e o samba-enredo que o imortalizou no Carnaval de 1976

Edeor de Paula, compositor do samba-enredo 'Os sertões'
Diego Mendes / Reprodução Facebook G.R.E.S. Em Cima da Hora
♪ OBITUÁRIO – Vinte anos se passaram entre a alegria sentida em 1955 por Edeor José de Paula (16 de dezembro de 1932 – 1º de outubro de 2020) ao ter a primeira música gravada em disco – Sofrer como eu, parceria com Renato Aráujo lançada na voz da cantora Marly Sorel – e a inspiração do compositor para criar em 1975 o samba-enredo, Os sertões, que poria o nome de Edeor na história da música brasileira.
Apresentado pela escola de samba Em Cima da Hora no Carnaval carioca de 1976, Os sertões é samba-enredo de melodia e poesia fortes como o sertanejo. Revivido pela Em Cima da Hora no Carnaval de 2014, ano em que a agremiação reapresentou o enredo de 1976, Os sertões figura em qualquer antologia do gênero, como vendo sendo realçado nos obituários do criador do samba.
Edeor José de Paula morreu na manhã de quinta-feira, 1º de outubro, aos 87 anos. Saiu de cena pobre..

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Edeor de Paula, compositor do samba-enredo 'Os sertões'
Diego Mendes / Reprodução Facebook G.R.E.S. Em Cima da Hora
♪ OBITUÁRIO – Vinte anos se passaram entre a alegria sentida em 1955 por Edeor José de Paula (16 de dezembro de 1932 – 1º de outubro de 2020) ao ter a primeira música gravada em disco – Sofrer como eu, parceria com Renato Aráujo lançada na voz da cantora Marly Sorel – e a inspiração do compositor para criar em 1975 o samba-enredo, Os sertões, que poria o nome de Edeor na história da música brasileira.
Apresentado pela escola de samba Em Cima da Hora no Carnaval carioca de 1976, Os sertões é samba-enredo de melodia e poesia fortes como o sertanejo. Revivido pela Em Cima da Hora no Carnaval de 2014, ano em que a agremiação reapresentou o enredo de 1976, Os sertões figura em qualquer antologia do gênero, como vendo sendo realçado nos obituários do criador do samba.
Edeor José de Paula morreu na manhã de quinta-feira, 1º de outubro, aos 87 anos. Saiu de cena pobre, em hospital da zona oeste da cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), vítima de parada cardíaca decorrente de insuficiência renal.
Tivesse nascido em outro país, talvez Edeor de Paula tivesse recebido mais dinheiro, além da flores que lhe foram entregues em vida pela criação do samba-enredo inspirado no livro Os sertões (1902), obra-prima do escritor fluminense Euclides da Cunha (1866 – 1909) sobre a Guerra de Canudos, travada entre 1896 e 1897 no interior da Bahia.
Contudo, o fato tristemente curioso é que a consagração do samba-enredo Os sertões jamais mudou a vida do compositor sob o prisma financeiro ou mesmo artístico. Os sertões ganhou vozes como as dos cantores Elymar Santos, Emílio Santiago (1946 – 2013), Fagner, Fernanda Abreu, Mestre Marçal (1930 – 1994) e Neguinho da Beija-flor em registros fonográficos feitos para discos lançados entre 1975 e 2008. Sem falar na gravação do Conjunto Nosso Samba, lançada ainda em 1975.
Já o compositor jamais ganhou a alegria de ter outras músicas gravadas fora do universo do samba-enredo. Curiosamente, a discografia de Edeor de Paula como compositor foi mais regular antes da glória obtida com Os sertões. Em 1968, por exemplo, a cantora Marlene (1922 – 2014) gravou Tira a mão, parceria de Edeor com Waldir Ferreira.
De todo modo, o único sucesso do autor foi mesmo Os sertões, primeiro samba-enredo que Edeor compôs – sozinho, integrando a melodia inspirada com a letra que retratava poeticamente a epopeia de Canudos – quando ainda trabalhava como mecânico hábil no conserto de carros do Exército.
Edeor José de Paula foi homem forte como o sertanejo que poetizou no samba-enredo antológico do Carnaval de 1976.

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Homem vestido de Hulk destrói estrela de Donald Trump na Calçada da Fama, diz site

Segundo o TMZ, polícia investiga o caso e, por enquanto, ninguém foi detido. Donald Trump ganha homenagem na Calçada da Fama. Imagem feita em janeiro de 2007.
Chris DELMAS / AFP
Um homem vestido de Hulk danificou a estrela de Donald Trump na Calçada da Fama, em Hollywood, segundo o TMZ. De acordo com o site, a polícia informou que, na manhã de sexta-feira (2), um homem fantasiado de super-herói usou uma picareta para destruir a homenagem feita a Trump no local.
A ação aconteceu no mesmo dia em que o presidente afirmou ter testado positivo para Covid-19.
Segundo o TMZ, uma equipe já está trabalhando na restauração da estrela. A polícia investiga o caso e, até o momento, ninguém foi detido. Os danos são avaliados em US$ 5 mil, cerca de R$ 28 mil.
Essa não é a primeira vez que a estrela do presidente dos Estados Unidos é danificada. Em 2018, um homem usou uma picareta para destruir o espaço que homenageia Trump na famosa calçada.
Donald Trump foi homenageado na Calçada da Fama em janei..

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Segundo o TMZ, polícia investiga o caso e, por enquanto, ninguém foi detido. Donald Trump ganha homenagem na Calçada da Fama. Imagem feita em janeiro de 2007.
Chris DELMAS / AFP
Um homem vestido de Hulk danificou a estrela de Donald Trump na Calçada da Fama, em Hollywood, segundo o TMZ. De acordo com o site, a polícia informou que, na manhã de sexta-feira (2), um homem fantasiado de super-herói usou uma picareta para destruir a homenagem feita a Trump no local.
A ação aconteceu no mesmo dia em que o presidente afirmou ter testado positivo para Covid-19.
Segundo o TMZ, uma equipe já está trabalhando na restauração da estrela. A polícia investiga o caso e, até o momento, ninguém foi detido. Os danos são avaliados em US$ 5 mil, cerca de R$ 28 mil.
Essa não é a primeira vez que a estrela do presidente dos Estados Unidos é danificada. Em 2018, um homem usou uma picareta para destruir o espaço que homenageia Trump na famosa calçada.
Donald Trump foi homenageado na Calçada da Fama em janeiro de 2007. Desde então, o espaço dedicado ao atual presidente dos Estados Unidos já foi pintado com tinta spray preta e sofreu outros atos de vandalismo.
Donald Trump está internado para tratar Covid-19

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